{"ova_anoReferencia":2024,"ova_a":"RELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\n    DESCRI\u00c7\u00c3O DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO E INTEGRADO DE RISCOS E GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO DE CAPITAL\n\nSUM\u00c1RIO\n\n1.\tFINALIDADE\t4\n2.\tRESPONSABILIDADE PELAS INFORMA\u00c7\u00d5ES\t4\n3.\tESTRUTURA DO RELAT\u00d3RIO E BASE REGULAMENTAR\t4\n4.\tSEGMENTA\u00c7\u00c3O PRUDENCIAL\t5\n5.\tESTRUTURA DE GOVERNAN\u00c7A E ESTRAT\u00c9GIA GERENCIAMENTO DE RISCOS\t5\n6.\tDECLARA\u00c7\u00c3O DE APETITE POR RISCOS (RAS)\t6\n7.\tESTRUTURA ORGANIZACIONAL E PAP\u00c9IS FUNCIONAIS\t6\n8.\tINTEGRA\u00c7\u00c3O DOS RISCOS\t7\n9.\tESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\t7\n10.\tAN\u00c1LISE PR\u00c9VIA\t8\n11.\tPOL\u00cdTICAS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\t8\n12.\tGERENCIAMENTO DO RISCO DE CR\u00c9DITO\t8\n12.1\tEstrutura de Gerenciamento\t8\n12.2\tAloca\u00e7\u00e3o de Capital\t10\n13.\tGERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL\t10\n13.1\tEstrutura\t10\n13.1.1\tEstrutura de Governan\u00e7a de TI\t10\n13.2\tMapeamento de Riscos\t11\n13.3\tPlano de Continuidade de Neg\u00f3cios (PCN)\t11\n13.4\tAloca\u00e7\u00e3o de Capital\t11\n14.\tGERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ\t11\n15.\tGERENCIAMENTO DOS RISCOS SOCIAL, AMBIENTAL E CLIM\u00c1TICO\t12\n15.1\tSistema de Administra\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais, Sociais e Clim\u00e1ticos (SARASC)\t12\n16.\tGERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO\t13\n16.1\tRisco de varia\u00e7\u00e3o das taxas de juros da carteira banc\u00e1ria (IRRBB)\t13\n16.2\tAloca\u00e7\u00e3o de Capital\t13\n17.\tGERENCIAMENTO DE CAPITAL\t14\n17.1\tPlanejamento de Capital\t14\n17.2\tAloca\u00e7\u00e3o de Capital \u2013 Riscos cobertos pelo RWA\t15\n17.3\tRiscos n\u00e3o cobertos pelo RWA\t15\n17.3.1\tIRRBB\t15\n18.\tPROGRAMA DE TESTES DE ESTRESSE\t15\n18.1\tMetodologia\t15\n18.2\tFinalidade\t15\n19.\tRELAT\u00d3RIOS\t16\n20.\tPOL\u00cdTICA DE DIVULGA\u00c7\u00c3O DE INFORMA\u00c7\u00d5ES DO RELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\t16\n21.\tAVALIA\u00c7\u00c3O\t16\n22.\tGOVERNAN\u00c7A\t16\n23.\tCANAIS DE DISSEMINA\u00c7\u00c3O\t17\n24.\tRESPONSABILIDADES\t17\n24.1\tConselho de Administra\u00e7\u00e3o\t17\n24.2\tDiretoria Colegiada\t18\n24.3\tDiretor de Controle de Riscos\t19\n24.4\tAtribui\u00e7\u00f5es Conjuntas\t20\n24.5\tSuperintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric)\t20\n24.6\tSuperintend\u00eancia de Planejamento (Supla)\t21\n24.7\tSuperintend\u00eancia Financeira (Sufin)\t22\n24.8\tSuperintend\u00eancia de Tecnologia (Sutec)\t22\n24.9\tSuperintend\u00eancia de Produtos e Parcerias (Supro)\t22\n24.10\tSuperintend\u00eancia Cont\u00e1bil (Sucon)\t23\n24.11\tGer\u00eancia de Auditoria Interna (Geaud)\t23\n24.12\tGer\u00eancias e Superintend\u00eancias\t23\n\nRELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\nDESCRI\u00c7\u00c3O DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO E INTEGRADO DE RISCOS E DO GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO DE CAPITAL\nData-base: Dezembro de 2024\nDesenvolve SP \u2013 Ag\u00eancia de Fomento do Estado de S\u00e3o Paulo S. A.\n\n1. FINALIDADE\nEste Relat\u00f3rio tem por finalidade demonstrar, de forma clara, estruturada e tecnicamente fundamentada, a abordagem adotada pela Desenvolve SP no gerenciamento cont\u00ednuo e integrado de riscos, bem como no gerenciamento cont\u00ednuo de capital. O documento explicita a estrat\u00e9gia da institui\u00e7\u00e3o, sua estrutura de governan\u00e7a e os processos utilizados para assegurar a ader\u00eancia aos n\u00edveis de apetite por riscos, alinhados aos objetivos estrat\u00e9gicos, respeitando as diretrizes regulat\u00f3rias emanadas do Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (Bacen).\n\n2. RESPONSABILIDADE PELAS INFORMA\u00c7\u00d5ES\nNos termos das disposi\u00e7\u00f5es normativas aplic\u00e1veis, as informa\u00e7\u00f5es apresentadas neste Relat\u00f3rio s\u00e3o de responsabilidade do Diretor de Controle de Riscos, na qualidade de Diretor respons\u00e1vel pelo gerenciamento de riscos e de capital da institui\u00e7\u00e3o.\n\n3. ESTRUTURA DO RELAT\u00d3RIO E BASE REGULAMENTAR\nA elabora\u00e7\u00e3o do presente documento observa os dispositivos da Resolu\u00e7\u00e3o CMN n\u00ba 4.557, de 23 de fevereiro de 2017, que disp\u00f5e sobre a estrutura de gerenciamento de riscos e de capital. Tamb\u00e9m s\u00e3o observadas as Resolu\u00e7\u00f5es CMN n\u00ba 4.955 e n\u00ba 4.958, ambas de 21 de outubro de 2021, que tratam, respectivamente, da metodologia de apura\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio de Refer\u00eancia (PR) e dos requerimentos m\u00ednimos de PR, de N\u00edvel I e de Capital Principal, bem como do Adicional de Capital Principal (ACP).\nO formato do relat\u00f3rio segue as orienta\u00e7\u00f5es do Pilar 3 de Basileia III, apresentando as informa\u00e7\u00f5es de forma estruturada, por meio da Tabela OVA \u2013 Vis\u00e3o Geral do Gerenciamento de Riscos e de Capital, conforme diretrizes do Bacen.\n\n4. SEGMENTA\u00c7\u00c3O PRUDENCIAL\nA Desenvolve SP encontra-se enquadrada no Segmento 4 (S4) do Sistema Financeiro Nacional, em conson\u00e2ncia com os crit\u00e9rios da Resolu\u00e7\u00e3o CMN n\u00ba 4.553/2017, por possuir Ativo Total inferior a 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Nesse contexto, a aplica\u00e7\u00e3o proporcional da regula\u00e7\u00e3o prudencial considera o porte da institui\u00e7\u00e3o, sua atua\u00e7\u00e3o restrita ao Estado de S\u00e3o Paulo, a inexist\u00eancia de capta\u00e7\u00e3o junto ao p\u00fablico e sua natureza como ag\u00eancia de fomento.\n\n5. ESTRUTURA DE GOVERNAN\u00c7A E ESTRAT\u00c9GIA GERENCIAMENTO DE RISCOS\nA governan\u00e7a do gerenciamento de riscos e de capital da Desenvolve SP est\u00e1 ancorada na atua\u00e7\u00e3o coordenada do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, da Diretoria Colegiada, do Comit\u00ea de Riscos e Controles Internos e do Comit\u00ea de Auditoria. As responsabilidades s\u00e3o claramente definidas, assegurando a supervis\u00e3o estrat\u00e9gica e o acompanhamento cont\u00ednuo da exposi\u00e7\u00e3o a riscos relevantes.\nO gerenciamento cont\u00ednuo de riscos e de capital \u00e9 exercido de forma estruturada, abrangendo os seguintes elementos:\n\u2022 Defini\u00e7\u00e3o do apetite por riscos da institui\u00e7\u00e3o (RAS);\n\u2022 Estrutura organizacional especializada e segregada;\n\u2022 Identifica\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, monitoramento, controle e mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos relevantes;\n\u2022 Valida\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica de modelos e metodologias;\n\u2022 Integra\u00e7\u00e3o dos riscos na an\u00e1lise de capital e liquidez;\n\u2022 Ado\u00e7\u00e3o de mecanismos de governan\u00e7a, controles internos e conformidade.\n\n6. DECLARA\u00c7\u00c3O DE APETITE POR RISCOS (RAS)\nA Declara\u00e7\u00e3o de Apetite por Riscos (RAS), aprovada pela Alta Administra\u00e7\u00e3o, consolida os n\u00edveis de exposi\u00e7\u00e3o considerados aceit\u00e1veis pela institui\u00e7\u00e3o, em fun\u00e7\u00e3o de sua capacidade de absor\u00e7\u00e3o de perdas, objetivos estrat\u00e9gicos, perfil de atua\u00e7\u00e3o e ambiente regulat\u00f3rio. O documento contempla limites qualitativos e quantitativos para as categorias de risco relevantes, tais como:\n\u2022 Risco de cr\u00e9dito e concentra\u00e7\u00e3o;\n\u2022 Risco de liquidez;\n\u2022 Risco de mercado;\n\u2022 Risco operacional;\n\u2022 Riscos social, ambiental e clim\u00e1tico;\n\u2022 Risco de conformidade (compliance);\n\u2022 Risco de imagem e reputa\u00e7\u00e3o;\n\u2022 Risco decorrente de PLD/CFT;\n\u2022 Risco de varia\u00e7\u00e3o das taxas de juros da carteira banc\u00e1ria (IRRBB).\nA RAS \u00e9 monitorada continuamente pela Superintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric), sendo reportada periodicamente \u00e0 Diretoria Colegiada e ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o.\n\n7. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E PAP\u00c9IS FUNCIONAIS\nA estrutura de gerenciamento de riscos da Desenvolve SP \u00e9 composta por unidades com compet\u00eancias complementares:\n\u2022 Diretoria de Controle de Riscos (DCR): respons\u00e1vel pela supervis\u00e3o estrat\u00e9gica da estrutura de riscos e capital;\n\u2022 Superintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric): unidade t\u00e9cnica respons\u00e1vel pela execu\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de gerenciamento, monitoramento de limites, elabora\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios e c\u00e1lculo de requerimentos de capital;\n\u2022 Superintend\u00eancia de Cr\u00e9dito (Sucre): realiza a an\u00e1lise de cr\u00e9dito, gest\u00e3o da carteira e proposi\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas e limites operacionais;\n\u2022 Superintend\u00eancia de Suporte ao Neg\u00f3cio (Susup): atua na formaliza\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es e conformidade documental;\n\u2022 Ger\u00eancia de Auditoria Interna (Geaud): vinculada ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, realiza avalia\u00e7\u00f5es independentes dos processos de riscos e controles.\n\n8. INTEGRA\u00c7\u00c3O DOS RISCOS\nA institui\u00e7\u00e3o adota uma abordagem integrada de riscos, considerando correla\u00e7\u00f5es entre diferentes categorias e seus impactos sobre a estrutura de capital. Destaca-se:\n\u2022 A utiliza\u00e7\u00e3o das perdas esperadas de cr\u00e9dito na modelagem de liquidez;\n\u2022 A integra\u00e7\u00e3o do risco operacional como base de todos os processos de neg\u00f3cios;\n\u2022 O tratamento dos riscos social, ambiental e clim\u00e1tico como parte do risco de cr\u00e9dito;\n\u2022 A an\u00e1lise do IRRBB como risco relevante, ainda que sem aloca\u00e7\u00e3o de capital regulat\u00f3rio.\n\n9. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\nA estrutura de gerenciamento de riscos e de capital da Desenvolve SP est\u00e1 desenhada de forma a assegurar ader\u00eancia \u00e0s melhores pr\u00e1ticas de mercado e aos normativos vigentes, observando os princ\u00edpios de proporcionalidade, relev\u00e2ncia e complexidade das atividades desenvolvidas. Essa estrutura \u00e9:\n\u2022 compat\u00edvel com o modelo de neg\u00f3cios, a natureza das opera\u00e7\u00f5es, e a complexidade dos produtos, servi\u00e7os e processos;\n\u2022 proporcional ao porte da institui\u00e7\u00e3o e ao grau de exposi\u00e7\u00e3o aos riscos relevantes;\n\u2022 adequada ao perfil de riscos assumidos e \u00e0 sua relev\u00e2ncia sist\u00eamica;\n\u2022 apta a identificar, mensurar, avaliar, monitorar, controlar e mitigar os riscos relevantes, considerando as condi\u00e7\u00f5es macroecon\u00f4micas e os mercados em que atua.\n\n10. AN\u00c1LISE PR\u00c9VIA\nA Suric deve ser consultada, pelas unidades envolvidas, a fim de assegurar a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes a novos produtos e servi\u00e7os, modifica\u00e7\u00f5es relevantes em produtos ou servi\u00e7os existentes, mudan\u00e7as significativas em processos, sistemas, opera\u00e7\u00f5es e modelo de neg\u00f3cio da institui\u00e7\u00e3o, estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o (hedge) e iniciativas de assun\u00e7\u00e3o de riscos.\n\n11. POL\u00cdTICAS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\nO Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital \u00e9 revisado anualmente e submetido para aprova\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea de Riscos e Controles Internos, da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o.\nA revis\u00e3o desse manual tem por base o aperfei\u00e7oamento dos procedimentos de controle e mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos, por meio de uma avalia\u00e7\u00e3o cont\u00ednua desses procedimentos em rela\u00e7\u00e3o aos eventos ocorridos e, tamb\u00e9m, pela intera\u00e7\u00e3o entre as unidades envolvidas no processo de gerenciamento de riscos e de capital.\n\n12. GERENCIAMENTO DO RISCO DE CR\u00c9DITO\n12.1 Estrutura de Gerenciamento\nA Desenvolve SP possui uma estrutura formal e segregada para o gerenciamento do risco de cr\u00e9dito, centralizada na Diretoria de Controle de Riscos (DCR), cuja miss\u00e3o \u00e9 assegurar que os riscos assumidos nos processos de concess\u00e3o de cr\u00e9dito e demais exposi\u00e7\u00f5es relevantes sejam identificados, monitorados e controlados adequadamente, promovendo a prote\u00e7\u00e3o dos ativos, a sustentabilidade financeira e a efici\u00eancia na aloca\u00e7\u00e3o de capital.\nA DCR \u00e9 composta por tr\u00eas Superintend\u00eancias com atribui\u00e7\u00f5es espec\u00edficas e complementares:\n\u2022 Superintend\u00eancia de Cr\u00e9dito (Sucre):\n\u2022 Planeja e implementa diretrizes de cr\u00e9dito e pol\u00edticas de cadastro;\n\u2022 Garante a gest\u00e3o ativa da carteira, com foco na an\u00e1lise de inadimpl\u00eancia e execu\u00e7\u00e3o de medidas corretivas;\n\u2022 Avalia a viabilidade econ\u00f4mico-financeira dos projetos de investimento;\n\u2022 Define estrat\u00e9gias de cobran\u00e7a e renegocia\u00e7\u00e3o de forma a minimizar perdas financeiras.\n\u2022 Superintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric):\n\u2022 Prop\u00f5e e revisa a Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Cr\u00e9dito e a Declara\u00e7\u00e3o de Apetite por Riscos (RAS);\n\u2022 Monitora o risco de cr\u00e9dito, propondo ajustes em pol\u00edticas e metodologias com base em evid\u00eancias de deteriora\u00e7\u00e3o da carteira;\n\u2022 Supervisiona os limites operacionais e regulat\u00f3rios de cr\u00e9dito;\n\u2022 Desenvolve e valida modelos de segmenta\u00e7\u00e3o, provis\u00e3o, perdas esperadas e avalia\u00e7\u00e3o de ativos problem\u00e1ticos;\n\u2022 Reporta periodicamente os indicadores de risco e as exposi\u00e7\u00f5es relevantes ao Comit\u00ea de Riscos e Controles Internos (CRC).\n\u2022 Superintend\u00eancia de Suporte ao Neg\u00f3cio (Susup):\n\u2022 Formaliza opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito aprovadas, assegurando conformidade documental e operacional;\n\u2022 Supervisiona prestadores de servi\u00e7os terceirizados relacionados a avalia\u00e7\u00f5es, vistorias e acompanhamento de projetos;\n\u2022 Controla garantias e documenta\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es, em conformidade com os normativos internos e exig\u00eancias legais. \n12.2 Aloca\u00e7\u00e3o de Capital\nO valor referente \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de capital para o risco de cr\u00e9dito corresponde ao valor\nda parcela RWACPAD, calculada em conson\u00e2ncia com a regulamenta\u00e7\u00e3o em vigor.\n\n13. GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL\n13.1 Estrutura\nA estrutura de gerenciamento do risco operacional prev\u00ea, adicionalmente, a implementa\u00e7\u00e3o de estrutura de governan\u00e7a de TI consistente com os n\u00edveis de apetite por riscos estabelecidos na RAS.\n13.1.1 Estrutura de Governan\u00e7a de TI\nOs sistemas, processos e a infraestrutura de TI:\n\u2022 asseguram a integridade, seguran\u00e7a e disponibilidade dos dados armazenados, processados ou transmitidos e dos sistemas de informa\u00e7\u00e3o utilizados;\n\u2022 cont\u00eam mecanismos de prote\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a de redes, s\u00edtios eletr\u00f4nicos, servidores e canais de comunica\u00e7\u00e3o com vistas a reduzir a vulnerabilidade a ataques digitais;\n\u2022 adotam procedimentos para monitorar, rastrear e restringir acesso a dados sens\u00edveis, redes, sistemas, bases de dados e m\u00f3dulos de seguran\u00e7a;\n\u2022 monitoram as falhas na seguran\u00e7a dos dados e as reclama\u00e7\u00f5es dos usu\u00e1rios finais a esse respeito; \n\u2022 s\u00e3o adequados \u00e0s necessidades e \u00e0s mudan\u00e7as do modelo de neg\u00f3cio, tanto em circunst\u00e2ncias normais quanto em per\u00edodos de estresse;\n\u2022 preveem a revis\u00e3o das medidas de seguran\u00e7a e de sigilo de dados, especialmente depois da ocorr\u00eancia de falhas e previamente a altera\u00e7\u00f5es na infraestrutura ou nos procedimentos;\n\u2022 elaboram relat\u00f3rios que indiquem procedimentos para corre\u00e7\u00e3o de falhas identificadas;\n\u2022 preveem a realiza\u00e7\u00e3o de testes que assegurem a robustez e a efetividade das medidas de seguran\u00e7a de dados adotadas; e\n\u2022 segregam fun\u00e7\u00f5es nos ambientes de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o destinados ao desenvolvimento, teste e produ\u00e7\u00e3o.\n13.2 Mapeamento de Riscos\nA metodologia utilizada para mapeamento, avalia\u00e7\u00e3o, monitoramento, controle e mitiga\u00e7\u00e3o do risco operacional est\u00e1 descrita na Pol\u00edtica de Conformidade e Controles Internos, aprovada pelo Comit\u00ea de Riscos e Controles Internos, pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o.\n13.3 Plano de Continuidade de Neg\u00f3cios (PCN)\nO PCN \u00e9 aprovado pelo Comit\u00ea de Riscos e Controles Internos, pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e cont\u00e9m as estrat\u00e9gias a serem adotadas para assegurar a continuidade das atividades e limitar perdas decorrentes da interrup\u00e7\u00e3o dos processos cr\u00edticos da institui\u00e7\u00e3o.\n13.4 Aloca\u00e7\u00e3o de Capital\nO valor referente \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de capital para o risco operacional \u00e9 apurado por meio do c\u00e1lculo da parcela RWAOPAD, conforme metodologia determinada pelo Bacen.\nA metodologia utilizada \u00e9 a da Abordagem do Indicador B\u00e1sico.\n\n14. GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ\nA estrutura de gerenciamento do risco de liquidez prev\u00ea, adicionalmente, a identifica\u00e7\u00e3o, mensura\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, o monitoramento, reporte, controle e a mitiga\u00e7\u00e3o do risco de liquidez em diferentes horizontes de tempo, inclusive intradia, em situa\u00e7\u00f5es normais ou de estresse, contemplando a avalia\u00e7\u00e3o di\u00e1ria das opera\u00e7\u00f5es com prazos de liquida\u00e7\u00e3o inferiores a noventa dias.\nNa Desenvolve SP, os procedimentos para o controle de liquidez s\u00e3o realizados diariamente.\nO Plano de Conting\u00eancia de Liquidez foi aprovado pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e faz parte da Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez.\n\n15. GERENCIAMENTO DOS RISCOS SOCIAL, AMBIENTAL E CLIM\u00c1TICO\nA Desenvolve SP adota uma abordagem estruturada e integrada para o gerenciamento dos riscos social, ambiental e clim\u00e1tico (RSAC), observando diretrizes estabelecidas na Pol\u00edtica de Gerenciamento dos Riscos Social, Ambiental e Clim\u00e1tico (PGRSAC), alinhada \u00e0 Resolu\u00e7\u00e3o CMN n\u00ba 4.557/2017 e \u00e0s melhores pr\u00e1ticas de sustentabilidade aplic\u00e1veis ao setor financeiro p\u00fablico.\nEssa pol\u00edtica estabelece crit\u00e9rios para:\n\u2022 Avalia\u00e7\u00e3o socioambiental e clim\u00e1tica na concess\u00e3o de cr\u00e9dito;\n\u2022 Inclus\u00e3o de cl\u00e1usulas contratuais que reflitam compromissos com mitiga\u00e7\u00e3o de impactos;\n\u2022 Avalia\u00e7\u00e3o de garantias sob a perspectiva de riscos ambientais e clim\u00e1ticos;\n\u2022 Estabelecimento de crit\u00e9rios para contrata\u00e7\u00e3o de fornecedores, considerando impactos ESG.\n15.1 Sistema de Administra\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais, Sociais e Clim\u00e1ticos (SARASC)\nO SARASC \u00e9 composto por rotinas integradas \u00e0s etapas operacionais, incluindo:\n\u2022 Cadastro e avalia\u00e7\u00e3o de clientes e propostas;\n\u2022 Aplica\u00e7\u00e3o de question\u00e1rio de responsabilidade socioambiental;\n\u2022 Identifica\u00e7\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es enquadradas na Lista de Exclus\u00e3o socioambiental;\n\u2022 Avalia\u00e7\u00e3o do grau de exposi\u00e7\u00e3o aos RSAC por atividade econ\u00f4mica, localiza\u00e7\u00e3o e perfil do cliente;\n\u2022 Registro e acompanhamento de perdas operacionais associadas a eventos socioambientais e clim\u00e1ticos, inclusive aquelas que envolvam riscos de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.\nO sistema assegura que as propostas de cr\u00e9dito em desconformidade com os crit\u00e9rios ESG sejam recusadas ainda na fase de an\u00e1lise inicial, promovendo a integridade da carteira e mitigando potenciais impactos reputacionais e regulat\u00f3rios.\n\n16. GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO\nA estrutura de gerenciamento do risco de mercado da Desenvolve SP contempla pol\u00edticas, sistemas e controles destinados a identificar, mensurar, monitorar e mitigar exposi\u00e7\u00f5es associadas \u00e0 varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os de ativos financeiros, taxas de juros e c\u00e2mbio.\nApesar da institui\u00e7\u00e3o n\u00e3o possuir ativos classificados na carteira de negocia\u00e7\u00e3o, s\u00e3o monitoradas eventuais exposi\u00e7\u00f5es que possam gerar impactos em seu capital regulat\u00f3rio ou na sua liquidez.\nAs principais fontes de risco de mercado observadas s\u00e3o:\n\u2022 Varia\u00e7\u00f5es nas taxas de juros da carteira banc\u00e1ria (IRRBB);\n\u2022 Reprecifica\u00e7\u00e3o de ativos financeiros sob gest\u00e3o;\n\u2022 Descasamento de fluxos decorrentes de compromissos financeiros.\n16.1 Risco de varia\u00e7\u00e3o das taxas de juros da carteira banc\u00e1ria (IRRBB)\nO risco de taxa de juros associado \u00e0 carteira banc\u00e1ria (Interest Rate Risk in the Banking Book \u2013 IRRBB) \u00e9 mensurado com base na abordagem padronizada, conforme disposto na Circular Bacen n\u00ba 3.876/2018.\nA exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 monitorada mensalmente, considerando cen\u00e1rios de choque regulat\u00f3rios aplicados \u00e0s curvas de juros e \u00e0s posi\u00e7\u00f5es ativas e passivas da institui\u00e7\u00e3o. Embora o IRRBB n\u00e3o demande capital regulat\u00f3rio pr\u00f3prio, sua mensura\u00e7\u00e3o impacta o Patrim\u00f4nio de Refer\u00eancia para efeito de c\u00e1lculo da alavancagem e da compatibilidade com o RWA total.\n16.2 Aloca\u00e7\u00e3o de Capital\nA parcela de capital regulat\u00f3rio referente ao risco de mercado \u00e9 representada pela RWAMPAD, composta pelas exposi\u00e7\u00f5es sujeitas a varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os de ativos e passivos financeiros. N\u00e3o h\u00e1 aloca\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de capital para o IRRBB; contudo, os seus efeitos s\u00e3o considerados na mensura\u00e7\u00e3o da sufici\u00eancia de capital global.\n\n17. GERENCIAMENTO DE CAPITAL\nA estrutura de gerenciamento cont\u00ednuo de capital da Desenvolve SP tem por objetivo garantir a manuten\u00e7\u00e3o de n\u00edveis adequados de capital em rela\u00e7\u00e3o aos riscos assumidos, de forma prospectiva, preventiva e aderente ao planejamento estrat\u00e9gico da institui\u00e7\u00e3o.\nEsse gerenciamento considera, de forma integrada:\n\u2022 Proje\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias e financeiras;\n\u2022 Crescimento da carteira e novos produtos;\n\u2022 Condi\u00e7\u00f5es de mercado e ambiente regulat\u00f3rio;\n\u2022 Resultados dos testes de estresse;\n\u2022 N\u00edveis m\u00ednimos regulat\u00f3rios e capital adicional.\n17.1 Planejamento de Capital \nO Plano de Capital, aprovado pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, contempla proje\u00e7\u00f5es para um horizonte m\u00ednimo de cinco anos, alinhando metas estrat\u00e9gicas, restri\u00e7\u00f5es de capta\u00e7\u00e3o de recursos e par\u00e2metros prudenciais.\nEsse plano considera:\n\u2022 Proje\u00e7\u00e3o da carteira de cr\u00e9dito e respectivas provis\u00f5es;\n\u2022 Composi\u00e7\u00e3o de ativos financeiros e passivos contratados;\n\u2022 Estimativas de receitas e despesas operacionais;\n\u2022 Distribui\u00e7\u00e3o de resultados (lucro l\u00edquido, dividendos e JCP);\n\u2022 Trajet\u00f3ria do Patrim\u00f4nio de Refer\u00eancia (PR).\n17.2 Aloca\u00e7\u00e3o de Capital \u2013 Riscos cobertos pelo RWA \nMensalmente, a Suric calcula as proje\u00e7\u00f5es das parcelas de risco para o horizonte de tr\u00eas anos subsequentes ao \u00faltimo DLO enviado ao Bacen. As parcelas consideradas s\u00e3o:\n\u2022 RWACPAD \u2013 risco de cr\u00e9dito;\n\u2022 RWAOPAD \u2013 risco operacional;\n\u2022 RWAMPAD \u2013 risco de mercado.\nAs metodologias aplicadas seguem os modelos padronizados definidos pelo Bacen. Adicionalmente, caso sejam identificados riscos relevantes n\u00e3o contemplados no or\u00e7amento institucional, mas exig\u00edveis sob a \u00f3tica regulat\u00f3ria, esses s\u00e3o incorporados ao c\u00e1lculo pela Suric.\n17.3 Riscos n\u00e3o cobertos pelo RWA \n17.3.1 IRRBB\nO IRRBB \u00e9 projetado para um horizonte de tr\u00eas anos, a contar do m\u00eas seguinte ao Demonstrativo de Limites Operacionais (DLO), segundo os crit\u00e9rios estabelecidos pelo Bacen. Embora n\u00e3o componha diretamente o RWA, os efeitos do IRRBB s\u00e3o considerados na an\u00e1lise da sufici\u00eancia de capital e alavancagem, conforme exig\u00eancia regulat\u00f3ria.\n\n18. PROGRAMA DE TESTES DE ESTRESSE\nO Programa de Testes de Estresse abrange os riscos relevantes, conforme definido na RAS da institui\u00e7\u00e3o.\n18.1 Metodologia\nA metodologia utilizada para os testes de estresse \u00e9 a de an\u00e1lise de sensibilidade.\n18.2 Finalidade\nOs testes de estresse t\u00eam a finalidade de submeter a carteira a eventos severos, possibilitando o reporte dos impactos desses eventos no capital da institui\u00e7\u00e3o.\n19. RELAT\u00d3RIOS\nA Diretoria Colegiada e o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o recebem, mensalmente, relat\u00f3rios gerenciais versando sobre o gerenciamento de riscos e de capital.\nO reporte das informa\u00e7\u00f5es, quando for o caso, deve explicitar as defici\u00eancias ou as limita\u00e7\u00f5es das estimativas de risco e das premissas adotadas em modelos quantitativos.\nAl\u00e9m disso, esses relat\u00f3rios s\u00e3o apresentados \u00e0 Diretoria Colegiada e ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, para discuss\u00e3o desses \u00f3rg\u00e3os, trimestralmente, ou tempestivamente, caso seja necess\u00e1rio.\n\n20. POL\u00cdTICA DE DIVULGA\u00c7\u00c3O DE INFORMA\u00c7\u00d5ES DO RELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\nA Desenvolve SP divulga, anualmente, o Relat\u00f3rio de Pilar 3 - Descri\u00e7\u00e3o da Estrutura de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital.\nA tabela disponibilizada \u00e9 a OVA - Vis\u00e3o geral do gerenciamento de riscos da institui\u00e7\u00e3o, em formato flex\u00edvel, conforme determina o Bacen.\nA responsabilidade pela produ\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es \u00e9 da Suric.\nO Relat\u00f3rio de Pilar 3 \u00e9 disponibilizado no s\u00edtio da institui\u00e7\u00e3o, na internet, em se\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de informa\u00e7\u00f5es relativas ao gerenciamento de riscos, ficando dispon\u00edvel por cinco anos a partir de sua divulga\u00e7\u00e3o.\n\n21. AVALIA\u00c7\u00c3O\nOs processos relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital s\u00e3o avaliados periodicamente pela auditoria interna da institui\u00e7\u00e3o.\n\n22. GOVERNAN\u00c7A\nO Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital, o Manual de Controles Internos e Compliance e todos os demais procedimentos e pol\u00edticas relativos ao gerenciamento de riscos e aos controles internos da institui\u00e7\u00e3o s\u00e3o aprovados pelo Comit\u00ea de Riscos e Controles Internos (CRC), pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, passando para recomenda\u00e7\u00f5es, antes desse \u00faltimo, do Comit\u00ea de Auditoria, \u00f3rg\u00e3o colegiado de assessoramento do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o.\n23. CANAIS DE DISSEMINA\u00c7\u00c3O\nO C\u00f3digo de Conduta e Integridade e os Manuais de Normas e Procedimentos da institui\u00e7\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis na Intranet, acess\u00edvel a todos os colaboradores.\n\n24. RESPONSABILIDADES\n24.1 Conselho de Administra\u00e7\u00e3o\nCompete ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o:\n\u2022 fixar os n\u00edveis de apetite por riscos da institui\u00e7\u00e3o na RAS e revis\u00e1-los, com o aux\u00edlio da Diretoria Colegiada e do Diretor Presidente;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o PCN;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, a ader\u00eancia da institui\u00e7\u00e3o \u00e0s pol\u00edticas, \u00e0s estrat\u00e9gias e aos limites de gerenciamento de riscos;\n\u2022 assegurar a corre\u00e7\u00e3o tempestiva das defici\u00eancias da estrutura de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital;\n\u2022 aprovar altera\u00e7\u00f5es significativas, em decorr\u00eancia dos riscos de que trata o item 9 deste Relat\u00f3rio, nas pol\u00edticas e nas estrat\u00e9gias da institui\u00e7\u00e3o, bem como em seus sistemas, rotinas e procedimentos;\n\u2022 autorizar exce\u00e7\u00f5es \u00e0s pol\u00edticas, aos procedimentos, aos limites e aos n\u00edveis de apetite por riscos fixados na RAS;\n\u2022 aprovar o Relat\u00f3rio de Controles Internos e Risco Operacional, que tem periodicidade semestral;\n\u2022 promover, por meio da Suric, a dissemina\u00e7\u00e3o da cultura de gerenciamento de riscos na institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 assegurar recursos adequados e suficientes para o exerc\u00edcio das atividades de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital, de forma independente, objetiva e efetiva;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, que a institui\u00e7\u00e3o mantenha n\u00edveis adequados e suficientes de capital e de liquidez.\n24.2 Diretoria Colegiada\nCompete \u00e0 Diretoria Colegiada da institui\u00e7\u00e3o conduzir, em conformidade com as pol\u00edticas e estrat\u00e9gias de que trata o Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital, as atividades que impliquem a assun\u00e7\u00e3o de riscos.\nAl\u00e9m disso, compete \u00e0 Diretoria Colegiada:\n\u2022 fixar os n\u00edveis de apetite por riscos da institui\u00e7\u00e3o na RAS e auxiliar o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o na sua revis\u00e3o;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o PCN;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, a ader\u00eancia da institui\u00e7\u00e3o \u00e0s pol\u00edticas, \u00e0s estrat\u00e9gias e aos limites de gerenciamento de riscos;\n\u2022 assegurar a corre\u00e7\u00e3o tempestiva das defici\u00eancias da estrutura de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital;\n\u2022 aprovar altera\u00e7\u00f5es significativas, em decorr\u00eancia dos riscos de que trata o item 9 deste Relat\u00f3rio, nas pol\u00edticas e nas estrat\u00e9gias da institui\u00e7\u00e3o, bem como em seus sistemas, rotinas e procedimentos;\n\u2022 autorizar exce\u00e7\u00f5es \u00e0s pol\u00edticas, aos procedimentos, aos limites e aos n\u00edveis de apetite por riscos fixados na RAS;\n\u2022 aprovar o Relat\u00f3rio de Controles Internos e Risco Operacional, que tem periodicidade semestral;\n\u2022 promover, por meio da Suric, a dissemina\u00e7\u00e3o da cultura de gerenciamento de riscos na institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 assegurar recursos adequados e suficientes para o exerc\u00edcio das atividades de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital, de forma independente, objetiva e efetiva;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, que a institui\u00e7\u00e3o mantenha n\u00edveis adequados e suficientes de capital e de liquidez.\n24.3 Diretor de Controle de Riscos\nO Diretor de Controle de Riscos \u00e9 o Diretor respons\u00e1vel pelo gerenciamento de riscos e pelo gerenciamento de capital.\nSuas atribui\u00e7\u00f5es abrangem:\n\u2022 supervis\u00e3o do desenvolvimento, da implementa\u00e7\u00e3o e do desempenho da estrutura de gerenciamento de riscos e de capital, incluindo seu aperfei\u00e7oamento;\n\u2022 responsabilidade pela adequa\u00e7\u00e3o, \u00e0 RAS e aos objetivos estrat\u00e9gicos da institui\u00e7\u00e3o, das pol\u00edticas, dos processos, dos relat\u00f3rios, dos sistemas e dos modelos utilizados no gerenciamento de riscos e de capital;\n\u2022 responsabilidade pela adequada capacita\u00e7\u00e3o dos integrantes da Suric, acerca das pol\u00edticas, dos processos, dos relat\u00f3rios, dos sistemas e dos modelos da estrutura de gerenciamento de riscos e de capital;\n\u2022 subs\u00eddio e participa\u00e7\u00e3o no processo de tomada de decis\u00f5es estrat\u00e9gicas relacionadas ao gerenciamento de riscos e, quando aplic\u00e1vel, ao gerenciamento de capital, auxiliando o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o;\n\u2022 responsabilidade pelos processos e controles relativos \u00e0 apura\u00e7\u00e3o do montante RWA, pelo c\u00e1lculo dos requerimentos m\u00ednimos de PR, de N\u00edvel I e de Capital Principal e pelo cumprimento do Adicional de Capital Principal;\n\u2022 responsabilidade pelo cumprimento dos limites m\u00e1ximos de exposi\u00e7\u00e3o por cliente e limite m\u00e1ximo de exposi\u00e7\u00f5es concentradas;\n\u2022 responsabilidade pelas informa\u00e7\u00f5es a serem divulgadas no Relat\u00f3rio de Pilar 3;\n\u2022 responsabilidade pelas informa\u00e7\u00f5es a serem divulgadas no Relat\u00f3rio de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Clim\u00e1ticas;\n\u2022 proposi\u00e7\u00e3o ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o de atualiza\u00e7\u00f5es na Pol\u00edtica de Divulga\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00f5es do Relat\u00f3rio de Pilar 3.\n24.4 Atribui\u00e7\u00f5es Conjuntas\nO Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, a Diretoria Colegiada e o Diretor de Controle de Riscos devem:\n\u2022 compreender, de forma abrangente e integrada, os riscos que podem impactar o capital e a liquidez da institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 entender as limita\u00e7\u00f5es das informa\u00e7\u00f5es constantes dos relat\u00f3rios referentes ao gerenciamento de riscos e de capital;\n\u2022 garantir que o conte\u00fado da RAS seja observado pela institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 entender as limita\u00e7\u00f5es e as incertezas relacionadas \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o dos riscos, aos modelos e \u00e0s metodologias utilizadas na estrutura de gerenciamento de riscos;\n\u2022 assegurar o entendimento e o cont\u00ednuo monitoramento dos riscos pelos diversos n\u00edveis da institui\u00e7\u00e3o.\n24.5 Superintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric)\nCompete \u00e0 Suric:\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, a RAS, as Pol\u00edticas de Gerenciamento de Riscos e de Capital e todo o conte\u00fado do Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital;\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, o PCN;\n\u2022 implantar e implementar as estrat\u00e9gias constantes nas Pol\u00edticas de Gerenciamento de Riscos e de Capital, aprovadas pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o;\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o do Diretor de Controle de Riscos, o Relat\u00f3rio de Pilar 3;\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o do Diretor de Controle de Riscos, o Relat\u00f3rio de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Clim\u00e1ticas;\n\u2022 elaborar o resumo do Relat\u00f3rio de Pilar 3, para ser publicado em conjunto com as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis;\n\u2022 elaborar e apresentar, para a Diretoria Colegiada e o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, os relat\u00f3rios a que se refere o item 18, deste Relat\u00f3rio;\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, o Relat\u00f3rio de Controles Internos e Risco Operacional, que tem periodicidade semestral;\n\u2022 responsabilizar-se pelo c\u00e1lculo das parcelas referentes \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de capital;\n\u2022 responsabilizar-se pelo envio de documentos legais ao Bacen;\n\u2022 disseminar ao pessoal da institui\u00e7\u00e3o, em seus diversos n\u00edveis, inclusive aos prestadores de servi\u00e7os terceirizados relevantes, com linguagem e grau de informa\u00e7\u00e3o compat\u00edveis com sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o:\n\u2022 o apetite por riscos documentado na RAS e sua conex\u00e3o com as atividades e as decis\u00f5es rotineiras de assun\u00e7\u00e3o de riscos;\n\u2022 os procedimentos para reporte de ocorr\u00eancias relacionadas \u00e0 n\u00e3o observ\u00e2ncia dos n\u00edveis de apetite por riscos fixados na RAS;\n\u2022 as pol\u00edticas, as estrat\u00e9gias, os processos e os limites previstos na  estrutura de gerenciamento de riscos;\n\u2022 elaborar, em conjunto com a Sufin, metodologias adequadas para utiliza\u00e7\u00e3o da base de dados descrita na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez, bem como altera\u00e7\u00f5es nessa base;\n\u2022 administrar o banco de dados de perdas socioambientais.\n24.6 Superintend\u00eancia de Planejamento (Supla)\nCompete \u00e0 Supla:\n\u2022 dar conhecimento \u00e0 Suric do Plano de Metas da institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes, os processos de reorganiza\u00e7\u00f5es societ\u00e1rias significativas.\n24.7 Superintend\u00eancia Financeira (Sufin)\nCompete \u00e0 Sufin:\n\u2022 propor quais opera\u00e7\u00f5es ser\u00e3o inclu\u00eddas na carteira de negocia\u00e7\u00e3o e assegurando, na hip\u00f3tese de a institui\u00e7\u00e3o n\u00e3o ter opera\u00e7\u00f5es classificadas na carteira de negocia\u00e7\u00e3o de forma permanente, a inexist\u00eancia de opera\u00e7\u00f5es realizadas com inten\u00e7\u00e3o de negocia\u00e7\u00e3o;\n\u2022 diariamente, dar conhecimento da carteira \u00e0 Suric, segregando-a em opera\u00e7\u00f5es classificadas e n\u00e3o classificadas na carteira de negocia\u00e7\u00e3o;\n\u2022 elaborar, em conjunto com a Suric, metodologias adequadas para utiliza\u00e7\u00e3o da base de dados descrita na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez, bem como altera\u00e7\u00f5es nessa base;\n\u2022 manter a gest\u00e3o do caixa da institui\u00e7\u00e3o em conson\u00e2ncia com os crit\u00e9rios determinados na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez;\n\u2022 propor \u00e0 Suric altera\u00e7\u00f5es na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez em fun\u00e7\u00e3o de novos par\u00e2metros originados de melhorias obtidas na revis\u00e3o dos processos de gest\u00e3o de caixa;\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes, as estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o (hedge);\n\u2022 manter atualizado o sistema de gest\u00e3o de caixa, a fim de possibilitar a consist\u00eancia do gerenciamento do risco de liquidez.\n24.8 Superintend\u00eancia de Tecnologia (Sutec)\nCompete \u00e0 Sutec:\n\u2022 fornecer, por meio dos sistemas utilizados, a base de dados necess\u00e1ria \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o dos procedimentos previstos no Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital.\n24.9 Superintend\u00eancia de Produtos e Parcerias (Supro)\nCompete \u00e0 Supro:\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes: \n\u2022 os novos produtos e servi\u00e7os; \n\u2022 as modifica\u00e7\u00f5es relevantes em produtos ou servi\u00e7os existentes.\n24.10 Superintend\u00eancia Cont\u00e1bil (Sucon)\nCompete \u00e0 Sucon:\n\u2022 enviar \u00e0 Suric, quando de sua aprova\u00e7\u00e3o, o or\u00e7amento da institui\u00e7\u00e3o, incluindo as suas revis\u00f5es, se houver;\n\u2022 responsabilizar-se pelo c\u00e1lculo do PR, inclusive quanto ao per\u00edodo futuro de, no m\u00ednimo, tr\u00eas anos, em conson\u00e2ncia com as regras determinadas pelo Bacen.\n24.11 Ger\u00eancia de Auditoria Interna (Geaud)\nCompete \u00e0 Geaud:\n\u2022 avaliar, periodicamente, os processos relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital;\n\u2022 verificar e documentar o cumprimento dos procedimentos definidos na Pol\u00edtica de Investimentos.\n24.12 Ger\u00eancias e Superintend\u00eancias\nAs Ger\u00eancias e Superintend\u00eancias devem estar comprometidas com o desenvolvimento de um ambiente adequado de gest\u00e3o de riscos, devendo:\n\u2022 comunicar \u00e0 Suric sobre an\u00e1lises e solicita\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o demandadas, riscos e perdas identificados em processos;\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes, as mudan\u00e7as significativas em processos, sistemas, opera\u00e7\u00f5es e modelo de neg\u00f3cio da institui\u00e7\u00e3o e as iniciativas de assun\u00e7\u00e3o de riscos, relativos \u00e0 atua\u00e7\u00e3o de cada unidade;\n\u2022 manter atualizados os Manuais de Normas e Procedimentos sob sua gest\u00e3o;\n\u2022 elaborar e manter atualizados os Manuais de Rotinas Internas, considerados importantes instrumentos de continuidade de neg\u00f3cios e mitiga\u00e7\u00e3o do risco operacional.\n\n\nDIRETORIA DE CONTROLE DE RISCOS\n\t\tSUPERINTEND\u00caNCIA DE CONTROLE DE \nRISCOS, COMPLIANCE E NORMAS\n","ova_b":"","ova_c":"","ova_d":"","ova_e":"","ova_f":"","ova_g":"","ova_h":""}