{"ova_anoReferencia":2023,"ova_a":"RELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\n    DESCRI\u00c7\u00c3O DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO E INTEGRADO DE RISCOS E GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO DE CAPITAL\n\n   \n\n   \n\n\n\nSUM\u00c1RIO\n\n1.\tFINALIDADE\t4\n2.\tRESPONSABILIDADE PELAS INFORMA\u00c7\u00d5ES\t4\n3.\tTABELA OVA\t4\n4.\tSEGMENTA\u00c7\u00c3O DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL (SFN)\t4\n5.\tBASE REGULAMENTAR\t5\n6.\tDECLARA\u00c7\u00c3O DE APETITE POR RISCOS (RAS)\t5\n6.1\tPerfil de Risco da Desenvolve SP\t5\n6.2\tN\u00edveis de Risco\t6\n6.3\tControle\t6\n7.\tINTEGRA\u00c7\u00c3O ENTRE OS RISCOS\t6\n8.\tESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\t7\n8.1\tEstrutura Organizacional\t8\n8.2\tEstrutura de Sistemas\t8\n8.3\tValida\u00e7\u00e3o de Sistemas\t8\n9.\tAN\u00c1LISE PR\u00c9VIA\t9\n10.\tPOL\u00cdTICAS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\t9\n11.\tGERENCIAMENTO DO RISCO DE CR\u00c9DITO\t9\n11.1\tGest\u00e3o do Cr\u00e9dito\t9\n11.1.1\tSuperintend\u00eancia de Cr\u00e9dito (Sucre)\t10\n11.1.2\tSuperintend\u00eancia Jur\u00eddica (Sujur)\t10\n11.1.3\tSuperintend\u00eancia de Suporte ao Neg\u00f3cio (Susup)\t10\n11.2\tGest\u00e3o do Risco de Cr\u00e9dito\t10\n11.3\tAloca\u00e7\u00e3o de Capital\t10\n12.\tGERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL\t10\n12.1\tEstrutura\t10\n12.1.1\tEstrutura de Governan\u00e7a de TI\t11\n12.2\tMapeamento de Riscos\t11\n12.3\tPlano de Continuidade de Neg\u00f3cios (PCN)\t11\n12.4\tAloca\u00e7\u00e3o de Capital\t11\n13.\tGERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ\t11\n14.\tGERENCIAMENTO DOS RISCOS SOCIAL, AMBIENTAL E CLIM\u00c1TICO\t12\n14.1\tSistema de Administra\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais, Sociais e Clim\u00e1ticos (SARASC)\t12\n15.\tGERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO\t12\n15.1\tC\u00e1lculo do risco de varia\u00e7\u00e3o das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira banc\u00e1ria (IRRBB)\t13\n15.2\tParcela Aloca\u00e7\u00e3o de Capital\t13\n16.\tGERENCIAMENTO DE CAPITAL\t13\n16.1. Riscos cobertos pelo RWA\t14\nOs riscos futuros s\u00e3o calculados mensalmente para o horizonte de, no m\u00ednimo, tr\u00eas anos, a contar do m\u00eas seguinte \u00e0 data-base do \u00faltimo DLO enviado ao Bacen.\t14\n17.\tPROGRAMA DE TESTES DE ESTRESSE\t14\n17.1\tMetodologia\t14\n17.2\tFinalidade e Periodicidade\t14\n18.\tRELAT\u00d3RIOS\t15\n19.\tPOL\u00cdTICA DE DIVULGA\u00c7\u00c3O DE INFORMA\u00c7\u00d5ES DO RELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\t15\n20.\tAVALIA\u00c7\u00c3O\t15\n21.\tGOVERNAN\u00c7A\t15\n22.\tCANAIS DE DISSEMINA\u00c7\u00c3O\t16\n23.\tRESPONSABILIDADES\t16\n23.1\tConselho de Administra\u00e7\u00e3o\t16\n23.2\tDiretoria Colegiada\t17\n23.3\tDiretor Presidente\t18\n23.4\tAtribui\u00e7\u00f5es Conjuntas\t18\n23.5\tSuperintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric)\t19\n23.6\tSuperintend\u00eancia de Planejamento (Supla)\t20\n23.7\tSuperintend\u00eancia Financeira (Sufin)\t20\n23.8\tSuperintend\u00eancia de Tecnologia (Sutec)\t21\n23.9\tSuperintend\u00eancia Cont\u00e1bil (Sucon)\t21\n23.10\tGer\u00eancia de Auditoria Interna (Geaud)\t22\n23.11\tGer\u00eancias e Superintend\u00eancias\t22\n\nRELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\nDESCRI\u00c7\u00c3O DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO E INTEGRADO DE RISCOS E GERENCIAMENTO CONT\u00cdNUO DE CAPITAL\nDezembro de 2023\n\n1. FINALIDADE\nDescrever as estrat\u00e9gias de gerenciamento de riscos e da atua\u00e7\u00e3o do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e da Diretoria Colegiada, de modo a permitir o claro entendimento da rela\u00e7\u00e3o entre o apetite por riscos da institui\u00e7\u00e3o e as suas principais atividades e riscos relevantes.\n \n2. RESPONSABILIDADE PELAS INFORMA\u00c7\u00d5ES\nA responsabilidade pelas informa\u00e7\u00f5es constantes no presente Relat\u00f3rio \u00e9 do Diretor Presidente da Institui\u00e7\u00e3o.\n\n3. TABELA OVA\nEste Relat\u00f3rio tem periodicidade anual e formato flex\u00edvel, sendo representado pela Tabela OVA: Vis\u00e3o geral do gerenciamento de riscos e de capital da institui\u00e7\u00e3o, conforme determinado pelo Banco Central do Brasil (Bacen).\n\n4. SEGMENTA\u00c7\u00c3O DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL (SFN)\nA Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 4.553, de 30 de janeiro de 2017, do Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), estabeleceu a segmenta\u00e7\u00e3o do conjunto das institui\u00e7\u00f5es financeiras e demais institui\u00e7\u00f5es autorizadas a funcionar pelo Bacen para fins de aplica\u00e7\u00e3o proporcional da regula\u00e7\u00e3o prudencial.\nDesta forma, a aplica\u00e7\u00e3o proporcional da regula\u00e7\u00e3o prudencial deve considerar o segmento em que a institui\u00e7\u00e3o est\u00e1 enquadrada e o seu perfil de risco.\nPara o enquadramento das institui\u00e7\u00f5es em cada segmento, foram considerados o porte e a atua\u00e7\u00e3o internacional de cada uma.\nNo caso da Desenvolve SP, o porte \u00e9 definido com base na raz\u00e3o entre o valor do Ativo Total da institui\u00e7\u00e3o, apurado de acordo com os crit\u00e9rios estabelecidos no Plano Cont\u00e1bil das Institui\u00e7\u00f5es do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), e o valor do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Sendo assim, a Desenvolve SP est\u00e1 enquadrada no Segmento 4 (S4), por possuir porte inferior a 0,1% (um d\u00e9cimo por cento) do Produto Interno Bruto (PIB).\n\n5. BASE REGULAMENTAR\nA base regulamentar para o Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e para o Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital \u00e9 a Resolu\u00e7\u00e3o CMN n\u00ba 4.557, de 23 de fevereiro de 2017.\nAs Resolu\u00e7\u00f5es CMN n\u00ba 4.955 e 4.958, ambas de 21 de outubro de 2021, que disp\u00f5em, respectivamente, sobre a metodologia para apura\u00e7\u00e3o do Patrim\u00f4nio de Refer\u00eancia (PR) e sobre os requerimentos m\u00ednimos de Patrim\u00f4nio de Refer\u00eancia (PR), de N\u00edvel I e de Capital Principal e sobre o Adicional de Capital Principal (ACP), s\u00e3o base, tamb\u00e9m, para o gerenciamento de capital.\n\n6. DECLARA\u00c7\u00c3O DE APETITE POR RISCOS (RAS)\nA alta administra\u00e7\u00e3o aprovou a RAS da institui\u00e7\u00e3o, que descreve os riscos relevantes incorridos pela Desenvolve SP e os n\u00edveis de apetite por esses riscos.\n6.1 Perfil de Risco da Desenvolve SP\nAs ag\u00eancias de fomento, institui\u00e7\u00f5es autorizadas a funcionar pelo Bacen e constitu\u00eddas sob controle acion\u00e1rio de Unidade da Federa\u00e7\u00e3o, t\u00eam seu funcionamento regido pela Resolu\u00e7\u00e3o CMN n\u00ba 2.828, de 30 de mar\u00e7o de 2001.\nLimitadas ao seu escopo de atua\u00e7\u00e3o, qual seja, o financiamento de capital fixo e de giro associado a projetos no Estado onde tenham sede, \u00e0s ag\u00eancias de fomento \u00e9 vedada, entre outras, a capta\u00e7\u00e3o de recursos junto ao p\u00fablico.\nDiante disso, as atividades desenvolvidas pela Desenvolve SP n\u00e3o impactam o sistema financeiro, principalmente pela restri\u00e7\u00e3o a ela imposta, pela regulamenta\u00e7\u00e3o, sobre a forma de capta\u00e7\u00e3o de recursos.\nNesse sentido, a estrutura de gerenciamento de riscos e de capital \u00e9 compat\u00edvel com o modelo de neg\u00f3cios, com a natureza das opera\u00e7\u00f5es e com a complexidade dos produtos, dos servi\u00e7os, das atividades e dos processos da institui\u00e7\u00e3o.\n6.2 N\u00edveis de Risco\nOs n\u00edveis de risco que a institui\u00e7\u00e3o est\u00e1 disposta a assumir est\u00e3o em linha com seus\nobjetivos estrat\u00e9gicos e com seu escopo de atua\u00e7\u00e3o.\nDesta forma, foram estabelecidos os seguintes limites:\n\u2022 Limite de concentra\u00e7\u00e3o por contraparte;\n\u2022 Limite para exposi\u00e7\u00f5es concentradas;\n\u2022 Limite para opera\u00e7\u00f5es com o setor p\u00fablico;\n\u2022 Limite para Opera\u00e7\u00f5es Compromissadas;\n\u2022 Fundo de Liquidez;\n\u2022 Limite para exposi\u00e7\u00e3o em moeda estrangeira e em opera\u00e7\u00f5es sujeitas \u00e0 varia\u00e7\u00e3o cambial;\n\u2022 Limite para opera\u00e7\u00f5es com derivativos;\n\u2022 Limites para Adequa\u00e7\u00e3o de Capital (Limites de Basileia); e\n\u2022 Limites de Concentra\u00e7\u00e3o.\n6.3 Controle\nA Superintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric) \u00e9 a unidade respons\u00e1vel pelo controle e reporte do cumprimento de todos os limites operacionais da institui\u00e7\u00e3o.\nAl\u00e9m disso, a Suric reporta \u00e0 alta administra\u00e7\u00e3o o controle dos limites estipulados, pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, para algumas linhas de cr\u00e9dito da institui\u00e7\u00e3o.\n\n7. INTEGRA\u00c7\u00c3O ENTRE OS RISCOS\nAs perdas projetadas para o risco de cr\u00e9dito ser\u00e3o consideradas no gerenciamento do risco de liquidez.\nO risco operacional est\u00e1 integrado a todos os outros riscos, uma vez que o mapeamento de riscos das atividades da institui\u00e7\u00e3o identifica e classifica cada risco, tratando com prioridade a minimiza\u00e7\u00e3o dos riscos mais altos.\nOs riscos social, ambiental e clim\u00e1tico est\u00e3o integrados ao risco de cr\u00e9dito, na medida em que a Pol\u00edtica de Gerenciamento dos Riscos Social, Ambiental e Clim\u00e1tico disp\u00f5e sobre a Lista de Exclus\u00e3o da Desenvolve SP e, al\u00e9m disso, que as propostas de opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito s\u00e3o exclu\u00eddas sumariamente em fun\u00e7\u00e3o das respostas dadas ao \u201cQuestion\u00e1rio de Responsabilidade Socioambiental\u201d, evitando poss\u00edveis perdas em fun\u00e7\u00e3o do risco socioambiental.\nAl\u00e9m disso, o risco de utiliza\u00e7\u00e3o dos produtos e servi\u00e7os da Desenvolve SP para lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo est\u00e1 mitigado pelos procedimentos operacionais dispostos na Pol\u00edtica de Preven\u00e7\u00e3o \u00e0 Lavagem de Dinheiro (PLD) e Combate ao Financiamento do Terrorismo (CFT). Qualquer perda registrada em fun\u00e7\u00e3o dos riscos social, ambiental e clim\u00e1tico que deflagre risco de lavagem de dinheiro ou financiamento do terrorismo servir\u00e1 como par\u00e2metro para altera\u00e7\u00e3o na Pol\u00edtica de PLD/CFT.\nO hist\u00f3rico de perdas referentes ao risco operacional e aos riscos social, ambiental e clim\u00e1tico, quando consistente, constitui base estat\u00edstica para estima\u00e7\u00e3o de perdas e integra\u00e7\u00e3o dessas ao gerenciamento do risco de liquidez.\nEm rela\u00e7\u00e3o ao risco de mercado, eventuais perdas s\u00e3o consideradas quando h\u00e1 necessidade de venda de t\u00edtulos para cobrir situa\u00e7\u00f5es de estresse de inadimpl\u00eancia da carteira de cr\u00e9dito.\nA integra\u00e7\u00e3o se d\u00e1 entre os riscos relevantes (riscos de cr\u00e9dito, operacional, de liquidez, social, ambiental e clim\u00e1tico).\nA partir de janeiro de 2022, o risco de varia\u00e7\u00e3o das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira banc\u00e1ria, representado pelo IRRBB, passou a ser considerado, tamb\u00e9m, como um risco relevante. Esse risco \u00e9 calculado segundo metodologia disposta pelo Bacen.\n\n8. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\nA estrutura de gerenciamento de riscos e de capital da institui\u00e7\u00e3o \u00e9:\n\u2022 compat\u00edvel com o modelo de neg\u00f3cio, com a natureza das opera\u00e7\u00f5es e com a complexidade dos produtos, dos servi\u00e7os, das atividades e dos processos da institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 proporcional \u00e0 dimens\u00e3o e \u00e0 relev\u00e2ncia da exposi\u00e7\u00e3o aos riscos da institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 adequada ao perfil de riscos e \u00e0 import\u00e2ncia sist\u00eamica da institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 capaz de avaliar os riscos decorrentes das condi\u00e7\u00f5es macroecon\u00f4micas e dos mercados em que a institui\u00e7\u00e3o atua.\n8.1 Estrutura Organizacional\nA Suric \u00e9 uma unidade independente, ligada diretamente \u00e0 Presid\u00eancia.\nO gerenciamento cont\u00ednuo e integrado de riscos e o gerenciamento cont\u00ednuo de capital \u00e9 realizado pela Suric, por meio da Ger\u00eancia de Controle de Riscos (Geric.1).\nO gerenciamento da conformidade e dos controles internos da institui\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 realizado pela Suric, por meio da Ger\u00eancia de Compliance e Normas (Geric.2).\nA Ger\u00eancia de Auditoria Interna (Geaud), subordinada diretamente ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e sob a supervis\u00e3o t\u00e9cnica do Comit\u00ea de Auditoria, desempenha suas atividades sem restri\u00e7\u00e3o de acessos, sendo a unidade respons\u00e1vel por elaborar e executar os trabalhos de auditoria interna. \nO programa de auditoria interna complementa o processo de compliance na medida em que os riscos apontados indicam a necessidade de reavalia\u00e7\u00e3o de processos, com implementa\u00e7\u00e3o de novos pontos de controle, quando for o caso.\nCompete \u00e0 Geaud, entre outros, avaliar, periodicamente, os processos relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital.\n8.2 Estrutura de Sistemas\nO sistema interno abrange todas as fontes relevantes e consistentes de riscos e possibilita a identifica\u00e7\u00e3o, mensura\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, o monitoramento, reporte, controle e a mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos considerados relevantes e n\u00e3o relevantes, conforme definidos na RAS, a fim de manter capital compat\u00edvel com esses riscos.\n8.3 Valida\u00e7\u00e3o de Sistemas\nMensalmente, s\u00e3o realizados testes de avalia\u00e7\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o dos sistemas, modelos e procedimentos internos utilizados para o gerenciamento de riscos.\nEsses testes s\u00e3o importante instrumento para a revis\u00e3o das metodologias utilizadas para o gerenciamento de riscos e consequente atualiza\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas internas, e consistem na compara\u00e7\u00e3o dos valores projetados com os valores realizados (backtests), para os riscos de cr\u00e9dito, mercado e liquidez.\nO Relat\u00f3rio de Controles Internos e Risco Operacional, que tem periodicidade semestral e \u00e9 aprovado pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, cont\u00e9m o acompanhamento da efetividade das a\u00e7\u00f5es para mitiga\u00e7\u00e3o do risco operacional, apresentado em gr\u00e1ficos que demonstram a evolu\u00e7\u00e3o dos principais itens relativos ao risco operacional envolvido no processo de concess\u00e3o de cr\u00e9dito.\n\n9. AN\u00c1LISE PR\u00c9VIA\nA Suric deve ser consultada, pelas unidades envolvidas, a fim de assegurar a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes a novos produtos e servi\u00e7os, modifica\u00e7\u00f5es relevantes em produtos ou servi\u00e7os existentes, mudan\u00e7as significativas em processos, sistemas, opera\u00e7\u00f5es e modelo de neg\u00f3cio da institui\u00e7\u00e3o, estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o (hedge) e iniciativas de assun\u00e7\u00e3o de riscos.\n\n10. POL\u00cdTICAS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DE CAPITAL\nO Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital \u00e9 revisado anualmente e submetido para aprova\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o.\nA revis\u00e3o desse manual tem por base o aperfei\u00e7oamento dos procedimentos de controle e mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos, por meio de uma avalia\u00e7\u00e3o cont\u00ednua desses procedimentos em rela\u00e7\u00e3o aos eventos ocorridos e, tamb\u00e9m, pela intera\u00e7\u00e3o entre as unidades envolvidas no processo de gerenciamento de riscos e de capital.\n\n11. GERENCIAMENTO DO RISCO DE CR\u00c9DITO\n11.1 Gest\u00e3o do Cr\u00e9dito\nA gest\u00e3o do cr\u00e9dito est\u00e1 definida como sendo a implementa\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios de cr\u00e9dito, e est\u00e1 segregada da seguinte forma:\n11.1.1 Superintend\u00eancia de Cr\u00e9dito (Sucre)\nA Sucre \u00e9 a unidade respons\u00e1vel pela implementa\u00e7\u00e3o dos procedimentos da Pol\u00edtica de Cr\u00e9dito da institui\u00e7\u00e3o.\n11.1.2 Superintend\u00eancia Jur\u00eddica (Sujur)\nA Sujur, por meio da Ger\u00eancia de Cobran\u00e7a e Recupera\u00e7\u00e3o (Gejur.2), \u00e9 respons\u00e1vel pelos procedimentos de cobran\u00e7a e recupera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos, inclusive dos cr\u00e9ditos baixados em preju\u00edzo, e pelos procedimentos para documenta\u00e7\u00e3o e armazenamento de informa\u00e7\u00f5es referentes \u00e0s perdas associadas ao risco de cr\u00e9dito, inclusive aquelas relacionadas \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito.\nEsses procedimentos est\u00e3o descritos na Pol\u00edtica de Cobran\u00e7a da institui\u00e7\u00e3o.\n11.1.3 Superintend\u00eancia de Suporte ao Neg\u00f3cio (Susup)\nA Susup, por meio da Ger\u00eancia de Suporte \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o (Gesup.2), efetua a avalia\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica do grau de sufici\u00eancia das garantias de receb\u00edveis.\n11.2 Gest\u00e3o do Risco de Cr\u00e9dito\nModelagem estat\u00edstica dos dados hist\u00f3ricos da carteira de cr\u00e9dito da institui\u00e7\u00e3o e do mercado de cr\u00e9dito brasileiro para pessoas jur\u00eddicas, para c\u00e1lculo de proje\u00e7\u00f5es futuras e valida\u00e7\u00e3o dos sistemas, a fim de verificar a ader\u00eancia dos processos de gest\u00e3o do cr\u00e9dito.\nA gest\u00e3o do risco de cr\u00e9dito est\u00e1 a cargo da Suric.\n11.3 Aloca\u00e7\u00e3o de Capital\nO valor referente \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de capital para o risco de cr\u00e9dito corresponde ao valor\nda parcela RWACPAD, calculada em conson\u00e2ncia com a regulamenta\u00e7\u00e3o em vigor.\n\n12. GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL\n12.1 Estrutura\nA estrutura de gerenciamento do risco operacional prev\u00ea, adicionalmente, a implementa\u00e7\u00e3o de estrutura de governan\u00e7a de TI consistente com os n\u00edveis de apetite por riscos estabelecidos na RAS.\n12.1.1 Estrutura de Governan\u00e7a de TI\nOs sistemas, processos e a infraestrutura de TI:\n\u2022 asseguram a integridade, seguran\u00e7a e disponibilidade dos dados e dos sistemas de informa\u00e7\u00e3o utilizados;\n\u2022 s\u00e3o robustos e adequados \u00e0s necessidades e \u00e0s mudan\u00e7as do modelo de neg\u00f3cio, tanto em circunst\u00e2ncias normais quanto em per\u00edodos de estresse;\n\u2022 incluem mecanismos de prote\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o com vistas a prevenir, detectar e reduzir a vulnerabilidade a ataques digitais.\n12.2 Mapeamento de Riscos\nA metodologia utilizada para mapeamento, avalia\u00e7\u00e3o, monitoramento, controle e mitiga\u00e7\u00e3o do risco operacional est\u00e1 descrita na Pol\u00edtica de Conformidade e Controles Internos, aprovada pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o.\n12.3 Plano de Continuidade de Neg\u00f3cios (PCN)\nO PCN \u00e9 aprovado pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e cont\u00e9m as estrat\u00e9gias a serem adotadas para assegurar a continuidade das atividades e limitar perdas decorrentes da interrup\u00e7\u00e3o dos processos cr\u00edticos da institui\u00e7\u00e3o.\n12.4 Aloca\u00e7\u00e3o de Capital\nO valor referente \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de capital para o risco operacional \u00e9 apurado por meio do c\u00e1lculo da parcela RWAOPAD, conforme metodologia determinada pelo Bacen.\nA metodologia utilizada \u00e9 a da Abordagem do Indicador B\u00e1sico.\n\n13. GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ\nA estrutura de gerenciamento do risco de liquidez prev\u00ea, adicionalmente, a identifica\u00e7\u00e3o, mensura\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, o monitoramento, reporte, controle e a mitiga\u00e7\u00e3o do risco de liquidez em diferentes horizontes de tempo, inclusive intradia, em situa\u00e7\u00f5es normais ou de estresse, contemplando a avalia\u00e7\u00e3o di\u00e1ria das opera\u00e7\u00f5es com prazos de liquida\u00e7\u00e3o inferiores a noventa dias.\nNa Desenvolve SP, os procedimentos para o controle de liquidez s\u00e3o realizados diariamente.\nO Plano de Conting\u00eancia de Liquidez foi aprovado pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e faz parte da Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez.\n\n14. GERENCIAMENTO DOS RISCOS SOCIAL, AMBIENTAL E CLIM\u00c1TICO\nA Pol\u00edtica de Gerenciamento dos Riscos Social, Ambiental e Clim\u00e1tico (PGRSAC) estabelece crit\u00e9rios, do ponto de vista socioambiental e clim\u00e1tico, para concess\u00e3o de cr\u00e9dito, avalia\u00e7\u00e3o de garantias e contrata\u00e7\u00f5es administrativas.\n14.1 Sistema de Administra\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais, Sociais e Clim\u00e1ticos (SARASC)\nO Sistema de Administra\u00e7\u00e3o de Riscos Ambientais, Sociais e Clim\u00e1ticos (Sarasc) da Desenvolve SP consiste em uma s\u00e9rie de procedimentos que s\u00e3o inseridos nas rotinas de cadastro, concess\u00e3o de cr\u00e9dito, contrata\u00e7\u00f5es administrativas, avalia\u00e7\u00e3o de garantias e renegocia\u00e7\u00f5es.\nTais procedimentos buscam a identifica\u00e7\u00e3o da sensibilidade ao risco para o qual a Desenvolve SP est\u00e1 exposta, bem como a sua an\u00e1lise e mitiga\u00e7\u00e3o, fornecendo informa\u00e7\u00f5es relevantes \u00e0s al\u00e7adas decis\u00f3rias e estabelecendo crit\u00e9rios para contrata\u00e7\u00f5es administrativas de fornecedores.\n\n15. GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO\nA estrutura de gerenciamento do risco de mercado prev\u00ea sistemas que consideram todas as fontes significativas desse risco e utilizam dados confi\u00e1veis de mercado, tanto internos quanto externos.\n15.1 C\u00e1lculo do risco de varia\u00e7\u00e3o das taxas de juros para os instrumentos classificados na carteira banc\u00e1ria (IRRBB)\nO IRRBB deve ser calculado por meio da abordagem padronizada, conforme disp\u00f5e a Circular Bacen n\u00ba 3.876, de 31 de janeiro de 2018, para toda a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 taxa de juros, registrada na carteira banc\u00e1ria da institui\u00e7\u00e3o.\n15.2 Parcela Aloca\u00e7\u00e3o de Capital\nO valor referente \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de capital para o risco de mercado \u00e9 o valor da parcela RWAMPAD.\nN\u00e3o h\u00e1 aloca\u00e7\u00e3o de capital para o IRRBB. No entanto, o valor do IRRBB \u00e9 deduzido do PRRWA para fins de c\u00e1lculo de compatibilidade de PR e margem para alavancagem.\n\n16. GERENCIAMENTO DE CAPITAL\nA estrutura de gerenciamento de capital possibilita a avalia\u00e7\u00e3o da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a institui\u00e7\u00e3o est\u00e1 sujeita.\nA Diretoria Colegiada e o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o aprovaram o Plano de Capital, que \u00e9 consistente com o planejamento estrat\u00e9gico da institui\u00e7\u00e3o, e o Plano de Conting\u00eancia de Capital.\nA base de c\u00e1lculo para a proje\u00e7\u00e3o das parcelas de risco \u00e9 o or\u00e7amento da institui\u00e7\u00e3o, aprovado para os pr\u00f3ximos cinco anos.\nO or\u00e7amento da institui\u00e7\u00e3o contempla, entre outros: \n\u2022 proje\u00e7\u00e3o da carteira de cr\u00e9dito da institui\u00e7\u00e3o, em conson\u00e2ncia com as metas estabelecidas; \n\u2022 provis\u00e3o para devedores duvidosos; \n\u2022 t\u00edtulos e valores mobili\u00e1rios; \n\u2022 obriga\u00e7\u00f5es; \n\u2022 provis\u00f5es de impostos; \n\u2022 receitas; \n\u2022 despesas; \n\u2022 patrim\u00f4nio l\u00edquido; \n\u2022 baixas de opera\u00e7\u00f5es em preju\u00edzo; \n\u2022 lucro l\u00edquido; \n\u2022 lucro l\u00edquido ap\u00f3s pagamento de juros sobre capital pr\u00f3prio e dividendos. \n16.1. Riscos cobertos pelo RWA \nOs riscos futuros s\u00e3o calculados mensalmente para o horizonte de, no m\u00ednimo, tr\u00eas anos, a contar do m\u00eas seguinte \u00e0 data-base do \u00faltimo DLO enviado ao Bacen. \nCom as contas especificadas no or\u00e7amento, s\u00e3o calculados os valores futuros das parcelas RWACPAD (risco de cr\u00e9dito) e RWAOPAD (risco operacional), de acordo com a metodologia utilizada para calcular o risco presente, em conson\u00e2ncia com o determinado pelo Bacen.\nAl\u00e9m disso, se a Suric identificar itens n\u00e3o previstos no or\u00e7amento, mas que estejam previstos na regulamenta\u00e7\u00e3o vigente e sejam significativos, deve inclu\u00ed-los no c\u00e1lculo da proje\u00e7\u00e3o das parcelas de risco. \n16.2. Riscos n\u00e3o cobertos pelo RWA \n16.2.1. IRRBB \nO IRRBB ser\u00e1 calculado para o horizonte de, no m\u00ednimo, tr\u00eas anos, a contar do m\u00eas seguinte \u00e0 data-base do \u00faltimo DLO enviado ao Bacen, conforme metodologia determinada pelo Bacen.\n\n17. PROGRAMA DE TESTES DE ESTRESSE\nO Programa de Testes de Estresse abrange os riscos relevantes, conforme definido na RAS da institui\u00e7\u00e3o.\n17.1 Metodologia\nA metodologia utilizada para os testes de estresse \u00e9 a de an\u00e1lise de sensibilidade.\n17.2 Finalidade e Periodicidade\nOs testes de estresse t\u00eam a finalidade de submeter a carteira a eventos severos, possibilitando o reporte dos impactos desses eventos no capital da institui\u00e7\u00e3o.\n\n18. RELAT\u00d3RIOS\nA Diretoria Colegiada e o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o recebem, mensalmente, relat\u00f3rios gerenciais versando sobre o gerenciamento de riscos e de capital.\nO reporte das informa\u00e7\u00f5es, quando for o caso, deve explicitar as defici\u00eancias ou as limita\u00e7\u00f5es das estimativas de risco e das premissas adotadas em modelos quantitativos.\n\n19. POL\u00cdTICA DE DIVULGA\u00c7\u00c3O DE INFORMA\u00c7\u00d5ES DO RELAT\u00d3RIO DE PILAR 3\nA Desenvolve SP divulga, anualmente, o Relat\u00f3rio de Pilar 3 - Descri\u00e7\u00e3o da Estrutura de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital.\nA tabela disponibilizada \u00e9 a OVA - Vis\u00e3o geral do gerenciamento de riscos da institui\u00e7\u00e3o, em formato flex\u00edvel, conforme determina o Bacen.\nA responsabilidade pela produ\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es \u00e9 da Suric.\nO Relat\u00f3rio de Pilar 3 \u00e9 disponibilizado no s\u00edtio da institui\u00e7\u00e3o, na internet, em se\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de informa\u00e7\u00f5es relativas ao gerenciamento de riscos, ficando dispon\u00edvel por cinco anos a partir de sua divulga\u00e7\u00e3o.\n\n20. AVALIA\u00c7\u00c3O\nOs processos relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital s\u00e3o avaliados periodicamente pela auditoria interna da institui\u00e7\u00e3o.\n\n21. GOVERNAN\u00c7A\nO Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital, o Manual de Controles Internos e Compliance e todos os demais procedimentos e pol\u00edticas relativos ao gerenciamento de riscos e aos controles internos da institui\u00e7\u00e3o s\u00e3o aprovados pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, passando para recomenda\u00e7\u00f5es, antes desse \u00faltimo, do Comit\u00ea de Auditoria, \u00f3rg\u00e3o colegiado de assessoramento do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o.\n\n22. CANAIS DE DISSEMINA\u00c7\u00c3O\nO C\u00f3digo de Conduta e Integridade e os Manuais de Normas e Procedimentos da institui\u00e7\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis na Intranet, acess\u00edvel a todos os colaboradores.\n\n23. RESPONSABILIDADES\n23.1 Conselho de Administra\u00e7\u00e3o\nCompete ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o:\n\u2022 fixar os n\u00edveis de apetite por riscos da institui\u00e7\u00e3o na RAS e revis\u00e1-los, com o aux\u00edlio da Diretoria Colegiada e do Diretor Presidente;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o PCN;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, a ader\u00eancia da institui\u00e7\u00e3o \u00e0s pol\u00edticas, \u00e0s estrat\u00e9gias e aos limites de gerenciamento de riscos;\n\u2022 assegurar a corre\u00e7\u00e3o tempestiva das defici\u00eancias da estrutura de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital;\n\u2022 aprovar altera\u00e7\u00f5es significativas, em decorr\u00eancia dos riscos de que trata o item 9 deste Relat\u00f3rio, nas pol\u00edticas e nas estrat\u00e9gias da institui\u00e7\u00e3o, bem como em seus sistemas, rotinas e procedimentos;\n\u2022 autorizar exce\u00e7\u00f5es \u00e0s pol\u00edticas, aos procedimentos, aos limites e aos n\u00edveis de apetite por riscos fixados na RAS;\n\u2022 aprovar o Relat\u00f3rio de Controles Internos e Risco Operacional, que tem periodicidade semestral;\n\u2022 promover, por meio da Suric, a dissemina\u00e7\u00e3o da cultura de gerenciamento de riscos na institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 assegurar recursos adequados e suficientes para o exerc\u00edcio das atividades de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital, de forma independente, objetiva e efetiva;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, que a institui\u00e7\u00e3o mantenha n\u00edveis adequados e suficientes de capital e de liquidez.\n23.2 Diretoria Colegiada\nCompete \u00e0 Diretoria Colegiada da institui\u00e7\u00e3o conduzir, em conformidade com as pol\u00edticas e estrat\u00e9gias de que trata o Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital, as atividades que impliquem a assun\u00e7\u00e3o de riscos.\nAl\u00e9m disso, compete \u00e0 Diretoria Colegiada:\n\u2022 fixar os n\u00edveis de apetite por riscos da institui\u00e7\u00e3o na RAS e auxiliar o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o na sua revis\u00e3o;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital;\n\u2022 aprovar e revisar, com periodicidade m\u00ednima anual, o PCN;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, a ader\u00eancia da institui\u00e7\u00e3o \u00e0s pol\u00edticas, \u00e0s estrat\u00e9gias e aos limites de gerenciamento de riscos;\n\u2022 assegurar a corre\u00e7\u00e3o tempestiva das defici\u00eancias da estrutura de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital;\n\u2022 aprovar altera\u00e7\u00f5es significativas, em decorr\u00eancia dos riscos de que trata o item 9 deste Relat\u00f3rio, nas pol\u00edticas e nas estrat\u00e9gias da institui\u00e7\u00e3o, bem como em seus sistemas, rotinas e procedimentos;\n\u2022 autorizar exce\u00e7\u00f5es \u00e0s pol\u00edticas, aos procedimentos, aos limites e aos n\u00edveis de apetite por riscos fixados na RAS;\n\u2022 aprovar o Relat\u00f3rio de Controles Internos e Risco Operacional, que tem periodicidade semestral;\n\u2022 promover, por meio da Suric, a dissemina\u00e7\u00e3o da cultura de gerenciamento de riscos na institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 assegurar recursos adequados e suficientes para o exerc\u00edcio das atividades de gerenciamento de riscos e de gerenciamento de capital, de forma independente, objetiva e efetiva;\n\u2022 assegurar, por meio dos relat\u00f3rios recebidos, que a institui\u00e7\u00e3o mantenha n\u00edveis adequados e suficientes de capital e de liquidez.\n23.3 Diretor Presidente\nO Diretor Presidente \u00e9 o Diretor respons\u00e1vel pelo gerenciamento de riscos e pelo gerenciamento de capital.\nSuas atribui\u00e7\u00f5es abrangem:\n\u2022 supervis\u00e3o do desenvolvimento, da implementa\u00e7\u00e3o e do desempenho da estrutura de gerenciamento de riscos e de capital, incluindo seu aperfei\u00e7oamento;\n\u2022 responsabilidade pela adequa\u00e7\u00e3o, \u00e0 RAS e aos objetivos estrat\u00e9gicos da institui\u00e7\u00e3o, das pol\u00edticas, dos processos, dos relat\u00f3rios, dos sistemas e dos modelos utilizados no gerenciamento de riscos e de capital;\n\u2022 responsabilidade pela adequada capacita\u00e7\u00e3o dos integrantes da Suric, acerca das pol\u00edticas, dos processos, dos relat\u00f3rios, dos sistemas e dos modelos da estrutura de gerenciamento de riscos e de capital;\n\u2022 subs\u00eddio e participa\u00e7\u00e3o no processo de tomada de decis\u00f5es estrat\u00e9gicas relacionadas ao gerenciamento de riscos e, quando aplic\u00e1vel, ao gerenciamento de capital, auxiliando o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o;\n\u2022 responsabilidade pelos processos e controles relativos \u00e0 apura\u00e7\u00e3o do montante RWA, pelo c\u00e1lculo dos requerimentos m\u00ednimos de PR, de N\u00edvel I e de Capital Principal e pelo cumprimento do Adicional de Capital Principal;\n\u2022 responsabilidade pela consolida\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es a serem divulgadas no Relat\u00f3rio de Pilar 3;\n\u2022 proposi\u00e7\u00e3o ao Conselho de Administra\u00e7\u00e3o de atualiza\u00e7\u00f5es na Pol\u00edtica de Divulga\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00f5es do Relat\u00f3rio de Pilar 3.\n23.4 Atribui\u00e7\u00f5es Conjuntas\nO Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, a Diretoria Colegiada e o Diretor Presidente devem:\n\u2022 compreender, de forma abrangente e integrada, os riscos que podem impactar o capital e a liquidez da institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 entender as limita\u00e7\u00f5es das informa\u00e7\u00f5es constantes dos relat\u00f3rios referentes ao gerenciamento de riscos e de capital;\n\u2022 garantir que o conte\u00fado da RAS seja observado pela institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 entender as limita\u00e7\u00f5es e as incertezas relacionadas \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o dos riscos, aos modelos e \u00e0s metodologias utilizadas na estrutura de gerenciamento de riscos;\n\u2022 assegurar o entendimento e o cont\u00ednuo monitoramento dos riscos pelos diversos n\u00edveis da institui\u00e7\u00e3o.\n23.5 Superintend\u00eancia de Controle de Riscos, Compliance e Normas (Suric)\nCompete \u00e0 Suric:\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, a RAS, as Pol\u00edticas de Gerenciamento de Riscos e de Capital e todo o conte\u00fado do Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital;\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, o PCN;\n\u2022 implantar e implementar as estrat\u00e9gias constantes nas Pol\u00edticas de Gerenciamento de Riscos e de Capital, aprovadas pela Diretoria Colegiada e pelo Conselho de Administra\u00e7\u00e3o;\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o do Diretor Presidente, o Relat\u00f3rio de Pilar 3;\n\u2022 elaborar o resumo do Relat\u00f3rio de Pilar 3, para ser publicado em conjunto com as demonstra\u00e7\u00f5es cont\u00e1beis;\n\u2022 elaborar e apresentar, para a Diretoria Colegiada e o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, os relat\u00f3rios a que se refere o item 18, deste Relat\u00f3rio;\n\u2022 elaborar e apresentar, para aprova\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada e do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o, o Relat\u00f3rio de Controles Internos e Risco Operacional, que tem periodicidade semestral;\n\u2022 responsabilizar-se pelo c\u00e1lculo das parcelas referentes \u00e0 aloca\u00e7\u00e3o de capital;\n\u2022 responsabilizar-se pelo envio de documentos legais ao Bacen;\n\u2022 disseminar ao pessoal da institui\u00e7\u00e3o, em seus diversos n\u00edveis, inclusive aos prestadores de servi\u00e7os terceirizados relevantes, com linguagem e grau de informa\u00e7\u00e3o compat\u00edveis com sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o:\n\u2022 o apetite por riscos documentado na RAS e sua conex\u00e3o com as atividades e as decis\u00f5es rotineiras de assun\u00e7\u00e3o de riscos;\n\u2022 os procedimentos para reporte de ocorr\u00eancias relacionadas \u00e0 n\u00e3o observ\u00e2ncia dos n\u00edveis de apetite por riscos fixados na RAS;\n\u2022 as pol\u00edticas, as estrat\u00e9gias, os processos e os limites previstos na  estrutura de gerenciamento de riscos;\n\u2022 elaborar, em conjunto com a Sufin, metodologias adequadas para utiliza\u00e7\u00e3o da base de dados descrita na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez, bem como altera\u00e7\u00f5es nessa base;\n\u2022 administrar o banco de dados de perdas socioambientais.\n23.6 Superintend\u00eancia de Planejamento (Supla)\nCompete \u00e0 Supla:\n\u2022 acompanhar as atividades realizadas no \u00e2mbito das Diretrizes da Pol\u00edtica de Responsabilidade Socioambiental, dispostas no Manual de Pol\u00edticas Corporativas;\n\u2022 dar conhecimento \u00e0 Suric do Plano de Metas da institui\u00e7\u00e3o;\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes, os processos de reorganiza\u00e7\u00f5es societ\u00e1rias significativas.\n23.7 Superintend\u00eancia Financeira (Sufin)\nCompete \u00e0 Sufin:\n\u2022 elaborar a Pol\u00edtica de Investimentos, determinando quais opera\u00e7\u00f5es ser\u00e3o inclu\u00eddas na carteira de negocia\u00e7\u00e3o e assegurando, na hip\u00f3tese de a institui\u00e7\u00e3o n\u00e3o ter opera\u00e7\u00f5es classificadas na carteira de negocia\u00e7\u00e3o de forma permanente, a inexist\u00eancia de opera\u00e7\u00f5es realizadas com inten\u00e7\u00e3o de negocia\u00e7\u00e3o;\n\u2022 diariamente, dar conhecimento da carteira \u00e0 Suric, segregando-a em opera\u00e7\u00f5es classificadas e n\u00e3o classificadas na carteira de negocia\u00e7\u00e3o;\n\u2022 elaborar, em conjunto com a Suric, metodologias adequadas para utiliza\u00e7\u00e3o da base de dados descrita na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez, bem como altera\u00e7\u00f5es nessa base;\n\u2022 manter a gest\u00e3o do caixa da institui\u00e7\u00e3o em conson\u00e2ncia com os crit\u00e9rios determinados na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez;\n\u2022 propor \u00e0 Suric altera\u00e7\u00f5es na Pol\u00edtica de Gerenciamento do Risco de Liquidez em fun\u00e7\u00e3o de novos par\u00e2metros originados de melhorias obtidas na revis\u00e3o dos processos de gest\u00e3o de caixa;\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes, as estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o (hedge);\n\u2022 encaminhar \u00e0 Suric, mensalmente, relat\u00f3rios de acompanhamento dos Fundos de Investimento em Participa\u00e7\u00f5es nos quais a Desenvolve SP aplica seus recursos;\n\u2022 manter atualizado o sistema de gest\u00e3o de caixa, a fim de possibilitar a consist\u00eancia do gerenciamento do risco de liquidez.\n23.8 Superintend\u00eancia de Tecnologia (Sutec)\nCompete \u00e0 Sutec:\n\u2022 fornecer, por meio dos sistemas utilizados, a base de dados necess\u00e1ria \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o dos procedimentos previstos no Manual de Gerenciamento Cont\u00ednuo e Integrado de Riscos e Gerenciamento Cont\u00ednuo de Capital;\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes:\n\u25aa os novos produtos e servi\u00e7os;\n\u25aa as modifica\u00e7\u00f5es relevantes em produtos ou servi\u00e7os existentes\n23.9 Superintend\u00eancia Cont\u00e1bil (Sucon)\nCompete \u00e0 Sucon:\n\u2022 enviar \u00e0 Suric, quando de sua aprova\u00e7\u00e3o, o or\u00e7amento da institui\u00e7\u00e3o, incluindo as suas revis\u00f5es, se houver;\n\u2022 responsabilizar-se pelo c\u00e1lculo do PR, inclusive quanto ao per\u00edodo futuro de, no m\u00ednimo, tr\u00eas anos, em conson\u00e2ncia com as regras determinadas pelo Bacen.\n23.10 Ger\u00eancia de Auditoria Interna (Geaud)\nCompete \u00e0 Geaud:\n\u2022 avaliar, periodicamente, os processos relativos ao gerenciamento de riscos e ao gerenciamento de capital;\n\u2022 verificar e documentar o cumprimento dos procedimentos definidos na Pol\u00edtica de Investimentos.\n23.11 Ger\u00eancias e Superintend\u00eancias\nAs Ger\u00eancias e Superintend\u00eancias devem estar comprometidas com o desenvolvimento de um ambiente adequado de gest\u00e3o de riscos, devendo:\n\u2022 comunicar \u00e0 Suric sobre an\u00e1lises e solicita\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00f5es de mitiga\u00e7\u00e3o demandadas, riscos e perdas identificados em processos;\n\u2022 submeter \u00e0 Suric, para a identifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via dos riscos inerentes, as mudan\u00e7as significativas em processos, sistemas, opera\u00e7\u00f5es e modelo de neg\u00f3cio da institui\u00e7\u00e3o e as iniciativas de assun\u00e7\u00e3o de riscos, relativos \u00e0 atua\u00e7\u00e3o de cada unidade;\n\u2022 manter atualizados os Manuais de Normas e Procedimentos sob sua gest\u00e3o;\n\u2022 elaborar e manter atualizados os Manuais de Rotinas Internas, considerados importantes instrumentos de continuidade de neg\u00f3cios e mitiga\u00e7\u00e3o do risco operacional.\n2\n\n\nPRESID\u00caNCIA\n\n\n19\n\n\n","ova_b":"","ova_c":"","ova_d":"","ova_e":"","ova_f":"","ova_g":"","ova_h":""}